Michelle aguarda aval de Moraes no estacionamento de hospital

O ex-presidente Jair Bolsonaro, no portão da sede da PF, dias após sua prisãoReprodução/Folha de SP

A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro postou nas redes sociais, há cerca de 30 minutos, nesta terça-feira (6), que está no estacionamento do hospital DF Star aguardando autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribuna Federal (STF), para internar o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mais cedo, Michelle Bolsonaro também usou as redes sociais para divulgar que Bolsonaro sofreu uma queda durante a madrugada na cela que ocupa na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, bateu a cabeça em um móvel e precisava de atendimento médico.

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Pouco depois, o médico Claudio Birolini, cirurgião que faz parte da equipe médica de Bolsonaro, confirmou que o ex-presidente sofreu um Traumatismo Cranioencefálico Leve, por conta da queda na cela.

A equipe médica particular informou também que o ex-presidente passa bem e está conversando normalmente.

Em nota, a Policia Federal afirmou ao Portal iG que o ex-presidente Jair Bolsonaro seria encaminhado ao Hospital DF Star para realização de exames, após pedido do seu médico particular.

Pouco tempo depois, voltou atrás em sua decisão de encaminhar imediatamente Bolsonaro ao hospital DF Star e divulgou que “eventual encaminhamento ao hospital depende de autorização do STF.”

O Portal iG questionou o Supremo Tribunal Federal sobre um posicionamento de Alexandre de Moraes a respeito do pedido de internação, mas, até o momento, não obteve resposta.

O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e cumpre pena em regime fechado nas dependências da PF.

No fim de dezembro, ele precisou passar por cirurgia para tratar de uma hérnia e procedimentos médicos para resolver as crises de soluço que já enfrentava desde antes da prisão.

Moraes autorizou a transferência para os procedimentos, mas negou uma prisão domiciliar humanitária, determinando que Bolsonaro voltasse à cela na PF logo após a alta, o que ocorreu no dia 1 de janeiro.

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