Dois irmãos foram presos na Venezuela após darem tiros para o alto e comemorarem a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, informou nesta quarta-feira (7) a ONG Foro Penal.
As detenções ocorreram em meio ao estado de exceção em vigor no país, que prevê prisão para quem demonstrar apoio à operação americana que resultou na captura do ditador no sábado (3). Maduro e a mulher, foram levados para os EUA, onde respondem por acusações criminais.
Segundo o advogado Gonzalo Himiob, da ONG Foro Penal, os dois homens foram detidos no dia 5 de janeiro e ainda aguardam apresentação à Justiça. Ele afirmou que os irmãos são agricultores e vivem em condições simples.
“Estavam em estado de embriaguez e foram para a frente de sua casa comemorar que haviam capturado o senhor Maduro”, detalhou o advogado.
Ainda segundo Himiob, os irmãos dispararam tiros para o alto com armas comuns em propriedades rurais e fizeram piadas com vizinhos simpatizantes do governo, que acabaram denunciando o caso às autoridades.
Essas são as primeiras prisões oficialmente registradas por esse tipo de acusação desde que Delcy Rodríguez assumiu a presidência de forma interina, sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Até o momento, não houve registros de grandes manifestações públicas ou declarações de apoio à operação militar americana na Venezuela.
O clima no país é de temor desde os protestos contra a contestada reeleição de Maduro, em 2024, que terminaram com repressão e a prisão de mais de duas mil pessoas em 48 horas.
A ONG Foro Penal contabiliza atualmente 806 presos por motivos políticos na Venezuela, entre eles 175 militares.
As detenções ocorreram em meio ao estado de exceção em vigor no país, que prevê prisão para quem demonstrar apoio à operação americana que resultou na captura do ditador no sábado (3). Maduro e a mulher, foram levados para os EUA, onde respondem por acusações criminais.
Segundo o advogado Gonzalo Himiob, da ONG Foro Penal, os dois homens foram detidos no dia 5 de janeiro e ainda aguardam apresentação à Justiça. Ele afirmou que os irmãos são agricultores e vivem em condições simples.
“Estavam em estado de embriaguez e foram para a frente de sua casa comemorar que haviam capturado o senhor Maduro”, detalhou o advogado.
Ainda segundo Himiob, os irmãos dispararam tiros para o alto com armas comuns em propriedades rurais e fizeram piadas com vizinhos simpatizantes do governo, que acabaram denunciando o caso às autoridades.
Essas são as primeiras prisões oficialmente registradas por esse tipo de acusação desde que Delcy Rodríguez assumiu a presidência de forma interina, sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Até o momento, não houve registros de grandes manifestações públicas ou declarações de apoio à operação militar americana na Venezuela.
O clima no país é de temor desde os protestos contra a contestada reeleição de Maduro, em 2024, que terminaram com repressão e a prisão de mais de duas mil pessoas em 48 horas.
A ONG Foro Penal contabiliza atualmente 806 presos por motivos políticos na Venezuela, entre eles 175 militares.
