O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (23) que o mundo vive um momento “muito crítico” do ponto de vista político e disse que a Carta das Nações Unidas (ONU) está sendo “rasgada”, com a prevalência da chamada “lei do mais forte” nas relações internacionais.
Segundo Lula, o cenário global tem sido marcado pelo enfraquecimento do multilateralismo e pelo avanço de posturas unilaterais, fenômeno que, na avaliação dele, se reflete tanto em crises recentes na América Latina quanto em mudanças políticas em países centrais.
“Estamos vivendo um momento muito crítico na política mundial. O multilateralismo está sendo jogado fora pelo unilateralismo. Está prevalecendo a lei do mais forte. A Carta da ONU está sendo rasgada”, afirmou o presidente.
Lula citou episódios políticos recentes em países da América Latina, como Chile, Venezuela, Paraguai, Equador, Costa Rica e Honduras, além da eleição do presidente Donald Trump nos Estados Unidos, como parte de um contexto mais amplo de instabilidade democrática.
Para o presidente, o cenário atual contraria a agenda de reformas defendida pelo Brasil desde seu primeiro mandato, em 2003, especialmente a ampliação do Conselho de Segurança da ONU com a entrada de novos países.
“Em vez de corrigir a ONU, como a gente reivindica desde 2003, com a entrada de novos países — como México, Brasil e países africanos — o que está acontecendo é que o presidente Trump está fazendo uma proposta de criar uma nova ONU, como se ele sozinho fosse o dono da ONU”, disse.
Lula também afirmou que o contexto internacional exige atenção especial do Brasil em 2026, ano de eleições no país, diante do que classificou como riscos à democracia em diferentes partes do mundo.
Segundo Lula, o cenário global tem sido marcado pelo enfraquecimento do multilateralismo e pelo avanço de posturas unilaterais, fenômeno que, na avaliação dele, se reflete tanto em crises recentes na América Latina quanto em mudanças políticas em países centrais.
“Estamos vivendo um momento muito crítico na política mundial. O multilateralismo está sendo jogado fora pelo unilateralismo. Está prevalecendo a lei do mais forte. A Carta da ONU está sendo rasgada”, afirmou o presidente.
Lula citou episódios políticos recentes em países da América Latina, como Chile, Venezuela, Paraguai, Equador, Costa Rica e Honduras, além da eleição do presidente Donald Trump nos Estados Unidos, como parte de um contexto mais amplo de instabilidade democrática.
Para o presidente, o cenário atual contraria a agenda de reformas defendida pelo Brasil desde seu primeiro mandato, em 2003, especialmente a ampliação do Conselho de Segurança da ONU com a entrada de novos países.
“Em vez de corrigir a ONU, como a gente reivindica desde 2003, com a entrada de novos países — como México, Brasil e países africanos — o que está acontecendo é que o presidente Trump está fazendo uma proposta de criar uma nova ONU, como se ele sozinho fosse o dono da ONU”, disse.
Lula também afirmou que o contexto internacional exige atenção especial do Brasil em 2026, ano de eleições no país, diante do que classificou como riscos à democracia em diferentes partes do mundo.
