O empresário do ramo agrícola Marcelo Silva Logemann, integrante da família que comanda o grupo SLC e listado pela Forbes como um dos bilionários brasileiros de 2025, morreu aos 71 anos nesta quarta-feira (11), no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
A reportagem do g1 apurou que Logemann fazia uso de medicamentos controlados. No momento da morte, estaria em casa. As circunstâncias ainda não estão esclarecidas.
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Natural do Rio Grande do Sul, Logemann aparecia com patrimônio líquido estimado em R$ 1 bilhão.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Marcelo atuava junto aos irmãos Ana Beatriz, Elizabeth e Jorge Logemann na condução da SLC, conglomerado que reúne a SLC Agrícola, considerada uma das maiores produtoras de commodities agrícolas do país.
A companhia opera 22 fazendas distribuídas pelo território nacional, com foco no cultivo de algodão, soja e milho.
A estrutura de liderança do grupo permanece sob o comando de membros da família: Eduardo preside o conselho, enquanto Jorge Luiz ocupa a vice-presidência.
Em 2024, a SLC registrou faturamento de R$ 6,9 bilhões, resultado 4,4% inferior ao desempenho do ano anterior.
O g1 procurou a assessoria de imprensa do grupo SLC e até a última atualização desta reportagem, não obteve retorno.
A reportagem do g1 apurou que Logemann fazia uso de medicamentos controlados. No momento da morte, estaria em casa. As circunstâncias ainda não estão esclarecidas.
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Marcelo atuava junto aos irmãos Ana Beatriz, Elizabeth e Jorge Logemann na condução da SLC, conglomerado que reúne a SLC Agrícola, considerada uma das maiores produtoras de commodities agrícolas do país.
A companhia opera 22 fazendas distribuídas pelo território nacional, com foco no cultivo de algodão, soja e milho.
A estrutura de liderança do grupo permanece sob o comando de membros da família: Eduardo preside o conselho, enquanto Jorge Luiz ocupa a vice-presidência.
Em 2024, a SLC registrou faturamento de R$ 6,9 bilhões, resultado 4,4% inferior ao desempenho do ano anterior.
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