O opositor russo Alexei Navalny, morto em 2024, foi envenenado com uma toxina letal em uma prisão russa, afirmaram cinco países europeus em um comunicado conjunto divulgado neste sábado (14).
As rãs-flecha formam um grupo de anfíbios da família dos dendrobatídeos, que reúne dezenas de espécies distribuídas principalmente pelas florestas tropicais da América Central e da América do Sul, incluindo o Brasil.
Diferentemente de muitas outras rãs, que se camuflam para escapar de predadores, elas fazem o oposto: exibem cores vibrantes como amarelo, dourado, vermelho, verde, azul e preto.
Essa estratégia é chamada de coloração de advertência. Ao ostentar tons chamativos, o animal sinaliza que não deve ser atacado. A pele dessas rãs secreta substâncias tóxicas capazes de paralisar — e, em alguns casos, matar — predadores.
Um único desses anfíbios pode produzir até 1900 microgramas deste veneno intenso, o que o torna 20 vezes mais tóxico do que outros sapos.
Isso pode ser o suficiente para matar até mesmo animais de porte bem maior.
De onde vem o veneno
Os cientistas ainda investigam a origem exata da toxicidade dessas rãs. A principal hipótese é que elas não produzem o veneno diretamente, mas o acumulam a partir da alimentação. Na natureza, alimentam-se de formigas, cupins e besouros que contêm alcaloides tóxicos. Esses compostos seriam então armazenados na pele do anfíbio.
Curiosamente, indivíduos criados em cativeiro e alimentados com dieta diferente perdem grande parte da toxicidade, o que reforça a teoria de que o veneno está ligado ao que comem no ambiente selvagem.
Perigo para humanos
Para que o veneno seja letal a humanos, é necessário contato direto com a toxina em quantidade suficiente. Povos indígenas da América do Sul tradicionalmente utilizavam secreções dessas rãs para envenenar a ponta de dardos de caça — prática que deu origem ao nome “rã-flecha”.
Além disso, como a toxicidade depende da dieta, rãs criadas fora do ambiente natural tendem a não apresentar o mesmo nível de perigo.
As rãs-flecha formam um grupo de anfíbios da família dos dendrobatídeos, que reúne dezenas de espécies distribuídas principalmente pelas florestas tropicais da América Central e da América do Sul, incluindo o Brasil.
Diferentemente de muitas outras rãs, que se camuflam para escapar de predadores, elas fazem o oposto: exibem cores vibrantes como amarelo, dourado, vermelho, verde, azul e preto.
Essa estratégia é chamada de coloração de advertência. Ao ostentar tons chamativos, o animal sinaliza que não deve ser atacado. A pele dessas rãs secreta substâncias tóxicas capazes de paralisar — e, em alguns casos, matar — predadores.
Um único desses anfíbios pode produzir até 1900 microgramas deste veneno intenso, o que o torna 20 vezes mais tóxico do que outros sapos.
Isso pode ser o suficiente para matar até mesmo animais de porte bem maior.
De onde vem o veneno
Os cientistas ainda investigam a origem exata da toxicidade dessas rãs. A principal hipótese é que elas não produzem o veneno diretamente, mas o acumulam a partir da alimentação. Na natureza, alimentam-se de formigas, cupins e besouros que contêm alcaloides tóxicos. Esses compostos seriam então armazenados na pele do anfíbio.
Curiosamente, indivíduos criados em cativeiro e alimentados com dieta diferente perdem grande parte da toxicidade, o que reforça a teoria de que o veneno está ligado ao que comem no ambiente selvagem.
Perigo para humanos
Para que o veneno seja letal a humanos, é necessário contato direto com a toxina em quantidade suficiente. Povos indígenas da América do Sul tradicionalmente utilizavam secreções dessas rãs para envenenar a ponta de dardos de caça — prática que deu origem ao nome “rã-flecha”.
Além disso, como a toxicidade depende da dieta, rãs criadas fora do ambiente natural tendem a não apresentar o mesmo nível de perigo.
