Mãe de jovem que teve graves sequelas ao cheirar pimenta desabafa três anos após reação alérgica da filha: ‘Queria estar no seu lugar’


Mãe de jovem com graves sequelas ao cheirar pimenta desabafa três anos depois
A mãe da jovem Thais Medeiros de Oliveira, de 28 anos, que ficou com graves sequelas após cheirar pimenta, em Anápolis, publicou um vídeo no dia em que o caso completou três anos. Na postagem feita no perfil do Instagram da filha, Adriana Medeiros desabafou: “queria estar no seu lugar” (veja acima).
No vídeo, a mãe lamenta o que aconteceu com ela. Adriana é a responsável por cuidar de Thais desde que a tragédia aconteceu, no dia 17 de fevereiro de 2023.
✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp
“Sinto muito, filha, por tudo. Eu queria estar no seu lugar e você, aqui, cuidando de tudo. Saiba que eu te amo além da vida”, afirmou.
A homenagem da mãe se soma a várias outras que ela já fez à filha. Em setembro de 2025, quando Thaís fez aniversário, Adriana fez outro desabafo: “Mais um ano de batalha com a Thaís. Mais um ano de vida”, afirmou.
Thaís Medeiros de Oliveira convive há três anos com sequelas depois que teve grave reação alérgica ao cheirar pimenta
Reprodução/ Perfil do Instagram de Thaís Medeiros e Arquivo pessoal/Matheus Lopes de Oliveira
“Estamos aqui firmes e fortes. Não é do jeito que a gente quer, mas a gente vai lutar. A mamãe nunca viu uma pessoa tão forte como você”, disse.
Relembre o caso
Por volta do meio-dia de uma sexta-feira, a trancista estava almoçando na casa do então namorado, Matheus Lopes de Oliveira, quando passou mal após cheirar pimenta. Segundo Matheus, ela conversava sobre pimenta com seus pais quando ela passou no nariz e cheirou.
“A garganta dela começou a coçar e, logo em seguida, ela já foi perdendo as forças” contou Matheus.
Thais foi socorrida por ele e ficou internada em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Anápolis.
A internação foi a primeira de uma sequência de idas e vindas ao hospital. De acordo com a família, só no primeiro ano com as sequelas, Thais foi internada 8 vezes e passou por tratamentos, como a neuromodulação e sessões de fonoaudiologia e fisioterapia. No ano seguinte, ela voltou a ser internada na UTI, no Centro Estadual De Reabilitação e Readaptação (Crer), em Goiânia, para tratar uma infecção urinária.
As graves sequelas cerebrais que Thais teve retiraram diversas capacidades suas, como falar e se movimentar.
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
Adicionar aos favoritos o Link permanente.