Caso Brumadinho: Vale no banco dos réus

Rompimento da barragem da mina da Vale no Córrego do Feijão ocorreu em Brumadinho há sete anos provocando crimes ambientais e 272 homicídiosDivulgação

O Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), iniciou nesta segunda-feira (23), em Belo Horizonte as audiências de instrução e julgamento sobre o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho.

O caso envolve 17 réus, apura crimes ambientais e 272 homicídios decorrentes da tragédia-crime, ocorrida há sete anos.

Além da Vale S/A, figuram como réus na ação penal, a multinacional alemã TÜV SÜD e 16 ex-executivos vinculados às duas empresas.

As audiências têm como objetivo ouvir réus e testemunhas, além de aprofundar a produção de provas sobre eventuais falhas nos sistemas de segurança e possíveis condutas negligentes associadas ao rompimento.

Entre os pontos centrais estão a verificação de responsabilidades técnicas, decisões administrativas e medidas de segurança adotadas antes do colapso da estrutura.

Expectativa

A expectativa é de que as audiências e ojulgamento se arrastem até 17 de maio de 2027.

Até lá, deverão ocorrer 76 sessões.

As audiências serão realizados sempre às segundas e sextas-feiras, na sede do TRF-6, na capital mineira.

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