
A pressão atmosférica é um dos elementos que influenciam diretamente as condições do tempo. Em diferentes regiões do planeta, áreas de alta e baixa pressão se formam e mudam de posição constantemente, afetando a presença de nuvens, chuva e variações de temperatura.
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De acordo com o Climatempo, os centros de alta pressão costumam apresentar céu mais aberto ou com poucas nuvens, menor umidade, o que reduz as chances de precipitações.
Nesses casos, são gerados movimentos de ar divergentes, para fora do centro do sistema e também de cima para baixo, em um processo chamado subsidência. Esse processo torna o ambiente mais seco, diminui a nebulosidade e dificulta a formação de chuva.
Já os centros de baixa pressão estão geralmente associadas à formação de muitas nuvens, maior concentração de umidade e possibilidade de precipitações, podendo inclusive favorecer a ocorrência de tempestades.
Para essas áreas, ocorre o movimento inverso: o ar converge em direção ao centro do sistema. Esse deslocamento favorece o acúmulo de umidade e calor, condições que estimulam o desenvolvimento e crescimento de nuvens.
Como identificar os centros de alta e baixa pressão?
Uma das maneiras de identificar essas áreas é por meio de imagens de satélite. Regiões com pouca ou nenhuma nebulosidade costumam estar sob influência de alta pressão, enquanto áreas com grande quantidade de nuvens indicam a presença de baixa pressão.
Nas frentes frias, por exemplo, esses dois sistemas atuam juntos: a massa de ar polar, associada à alta pressão, acompanha o ar mais frio e seco, enquanto a faixa de nuvens e chuva característica da frente fria está relacionada a uma área de baixa pressão.
