
A mulher encontrada morta dentro de uma mala e carbonizada, no bairro de Manaíra, em João Pessoa, na terça-feira (10), foi assassinada pelo namorado, também encontrado morto, no bairro João Agripino, na quinta-feira (12), de acordo com informações da Polícia Civil. O caso é tratado como feminicídio.
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Conforme as investigações, a mulher encontrada carbonizada foi Chantal Etiennette Dechaume, de 73 anos, de nacionalidade francesa, enquanto o homem foi identificado como Altamiro Rocha dos Santos, gaúcho.
De acordo com a Polícia Civil, o caso foi elucidado. Ainda não há informações sobre os suspeitos do homicídio contra o homem.
Ainda conforme a apuração, o homem morto decapitado era gaúcho e era namorado da mulher desde a pandemia, quando ambos se aproximaram e ela começou a ajudar ele.
Relembre as mortes
Câmera registra momento em que homem ateia fogo em corpo de mulher em João Pessoa
Uma câmera de segurança registrou o momento em que um homem ateou fogo no corpo de uma mulher, em João Pessoa, na madrugada desta quarta-feira (11). O caso ocorreu em frente a um prédio residencial na Rua Francisco Brandão, no bairro de Manaíra.
Nas imagens gravadas por uma câmera de segurança, é possível ver, ao fundo, quando o suspeito, que ainda não foi identificado, ateou fogo no corpo da mulher e saiu caminhando. Ele chegou a cumprimentar outro homem que passava pela rua no momento.
O médico legista Flávio Fabres do Instituto de Polícia Científica (IPC), para onde o corpo da mulher foi encaminhado, informou que a causa da morte foi golpes de faca na região do tórax.
Já na manhã da quinta-feira (12), o corpo de um homem foi encontrado com as mãos e pés amarrados, no bairro do João Agripino. Segundo a Polícia Civil, o corpo foi localizado por moradores no início da manhã. Eles acionaram a Polícia Militar, que esteve no local para os primeiros procedimentos. Ninguém na região reconheceu a vítima e nenhum parente esteve no local.
“Ele apresentava uma lesão profunda no pescoço, esgorjamento. Não apresentava outras lesões. Estava com as mãos e os pés amarrados. Nenhum parente esteve no local”, disse a delegada Maria das Dores.
Os casos são tratados como tendo ligação.
Homem ateou fogo no corpo e saiu caminhando
Reprodução/TV Cabo Branco
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