Polícia de São Paulo investiga se metanol que intoxicou consumidores foi usado na limpeza de garrafas
Pelo menos quatro hospitais em São Paulo notificaram, nos últimos dias, casos suspeitos ou confirmados de intoxicação por metanol, segundo um levantamento realizado pelo Sindhosp (Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios Privados) com 82 unidades da capital, Grande São Paulo, interior e litoral.
Embora a maior parte (95%) não tenha registrado ocorrências, 96% das instituições afirmaram estar preparadas, com protocolos bem definidos, para reconhecer e conduzir o atendimento de pacientes com possível intoxicação por metanol. O levantamento foi feito entre os dias 2 e 3 de outubro.
“Nossos hospitais estão sempre em linha com as demandas urgentes no Estado e no país. O objetivo é mitigar os riscos sanitários e a importância de termos monitoramento e respostas rápidas”, afirma Francisco Balestrin, presidente do SindHosp.
Nos hospitais, o tratamento envolve o uso de etanol, que faz parte do protocolo necessário para prevenir a formação de ácido fórmico, reduzindo o risco de acidose grave e insuficiência renal.
Casos no estado de SP
O número de notificações de intoxicação por metanol subiu para 102 no estado de São Paulo, segundo balanço da Secretaria estadual da Saúde divulgado na tarde desta sexta-feira (3). As notificações incluem casos confirmados e suspeitos, além de mortes.
São 91 casos em investigação e 11 confirmados. A capital concentra a maior parte dos casos: 48 em investigação e 8 confirmados.
Na Grande São Paulo, outros municípios também aparecem com registros:
São Bernardo do Campo: 21 em investigação e 1 confirmado
Santo André: 4 em investigação
Osasco: 4 em investigação
Guarulhos: 1 em investigação e 1 confirmado
Itapecerica da Serra: 1 confirmado
Mauá: 1 em investigação
Diadema: 1 em investigação
Ferraz de Vasconcelos: 1 em investigação
Taboão da Serra: 1 em investigação
No interior e no litoral, os registros são mais isolados. Araçatuba, Cajuru, Jundiaí, Limeira, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santos, São José dos Campos, São Vicente: todos com 1 caso em investigação cada.
Pelo menos quatro hospitais em São Paulo notificaram, nos últimos dias, casos suspeitos ou confirmados de intoxicação por metanol, segundo um levantamento realizado pelo Sindhosp (Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios Privados) com 82 unidades da capital, Grande São Paulo, interior e litoral.
Embora a maior parte (95%) não tenha registrado ocorrências, 96% das instituições afirmaram estar preparadas, com protocolos bem definidos, para reconhecer e conduzir o atendimento de pacientes com possível intoxicação por metanol. O levantamento foi feito entre os dias 2 e 3 de outubro.
“Nossos hospitais estão sempre em linha com as demandas urgentes no Estado e no país. O objetivo é mitigar os riscos sanitários e a importância de termos monitoramento e respostas rápidas”, afirma Francisco Balestrin, presidente do SindHosp.
Nos hospitais, o tratamento envolve o uso de etanol, que faz parte do protocolo necessário para prevenir a formação de ácido fórmico, reduzindo o risco de acidose grave e insuficiência renal.
Casos no estado de SP
O número de notificações de intoxicação por metanol subiu para 102 no estado de São Paulo, segundo balanço da Secretaria estadual da Saúde divulgado na tarde desta sexta-feira (3). As notificações incluem casos confirmados e suspeitos, além de mortes.
São 91 casos em investigação e 11 confirmados. A capital concentra a maior parte dos casos: 48 em investigação e 8 confirmados.
Na Grande São Paulo, outros municípios também aparecem com registros:
São Bernardo do Campo: 21 em investigação e 1 confirmado
Santo André: 4 em investigação
Osasco: 4 em investigação
Guarulhos: 1 em investigação e 1 confirmado
Itapecerica da Serra: 1 confirmado
Mauá: 1 em investigação
Diadema: 1 em investigação
Ferraz de Vasconcelos: 1 em investigação
Taboão da Serra: 1 em investigação
No interior e no litoral, os registros são mais isolados. Araçatuba, Cajuru, Jundiaí, Limeira, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santos, São José dos Campos, São Vicente: todos com 1 caso em investigação cada.
