
Bryan J. Parker, de 58 anos, foi preso após invadir uma área restrita do Daytona Beach International Airport, dirigir pela pista e tentar embarcar em aviões, nesta quarta-feira (25), em Daytona Beach, na Flórida, Estados Unidos, ao dirigir sob efeito de drogas e álcool e atravessar um portão de segurança. A informação é do NY Post.
Bryan J. Parker, de 58 anos, foi preso após romper um portão de segurança no aeroporto de Daytona Beach, dirigir em área operacional e tentar acessar aeronaves sob efeito de drogas e álcool. Ninguém ficou ferido. pic.twitter.com/wLBPXFtOtI
— iG (@iG) March 27, 2026
Após romper o bloqueio, o veículo seguiu por uma área de circulação de aeronaves em direção a uma universidade de aviação próxima. Em seguida, o motorista abandonou o carro e tentou acessar pelo menos duas aeronaves.
Durante o deslocamento, houve risco de colisão com um avião de treinamento que operava no local, conforme autoridades. A movimentação ocorreu em poucos minutos, com atuação de equipes de segurança e do controle de tráfego aéreo.
Ao ser contido, o suspeito apresentou sinais de desorientação e disse não se lembrar dos acontecimentos. Ao descrever o que recordava antes da abordagem, afirmou ter saído de casa, participado de uma reunião e, depois, consumido substâncias. “Eu não me lembro. Eu estava em casa. Fui a uma reunião e, de repente, estava usando drogas e bebendo”, afirmou Parker.

Questionado sobre a invasão e o impacto com o veículo, ele confirmou o ocorrido. “Sim, e eu bati o carro”, relatou Parker.
Mesmo após ser algemado, ele voltou a demonstrar confusão e perguntou sobre o paradeiro do automóvel enquanto era conduzido à viatura, de acordo com imagens de câmera corporal divulgadas pelas autoridades.
Segundo a polícia, não houve feridos. O homem foi indiciado por tentativa de pirataria aérea, invasão de propriedade, danos materiais, direção sob efeito de álcool, uso de drogas e recusa em realizar testes.
Em nota, a administração do aeroporto informou que testemunhas acionaram rapidamente os serviços de emergência e que o controle de tráfego aéreo atuou para preservar a segurança das operações. O órgão também destacou que a divulgação de detalhes é limitada devido à investigação em andamento.
*Estagiária sob supervisão
