
O motorista de aplicativo Luan Silva passou por uma situação inusitada e que gerou sua indignação, após o carro que dirigia quebrar próximo ao Túnel Marcello Alencar, no Rio de Janeiro.
Ao acionar a seguradora, ele foi informado que o reboque privado não pode por lei passar pelo túnel, enquanto a Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio), órgão responsável pela fiscalização do trânsito, diz que só pode remover veículos que estejam dentro do túnel.
Como o carro quebrou antes do túnel, o motorista estava parado sem saber como tirar o veículo do local.
Indignado, Luan gravou um vídeo relatando o paradoxo. O caso aconteceu no dia 12 de março e viralizou; quase um mês depois, continua repercutindo nas redes sociais, com cerca de 2 milhões de visualizações. Veja:
No vídeo, Luan conta que o veículo parou por volta das 5h, quando o motorista levava um passageiro ao Aeroporto do Galeão.
Às 6h, Luan continuava encostado na via, correndo risco de sofrer um acidente. O túnel conecta a região central do Rio à Avenida Brasil e também à Ponte Rio-Niterói.
Ainda no vídeo, ele questiona como poderia resolver a situação, já que a lei não permitia a passagem do reboque do seguro.
Em entrevista ao iG, o motorista detalhou o desfecho da história.
Para prestar assistência a Luan, a seguradora enviou um reboque menor, de uma empresa terceirizada. O socorro ainda demorou um pouco mais, segundo ele, porque o veículo da empresa estava distante.
Enquanto isso, um funcionário da CET-Rio assumiu a sinalização do veículo parado na via, para evitar acidentes.
O iG tentou contato com a CET-Rio, mas, até a publicação desta reportagem, não obteve retorno. O espaço segue aberto.
Diversos internautas comentaram sobre a situação e se revoltaram com o que ocorreu com Luan. Veja alguns comentários:
