A BYD anunciou, nesta segunda-feira (6), uma nova versão do Dolphin. O carro continua com visual externo quase inalterado, mas recebeu mudanças no interior para se adaptar melhor a um mercado cada vez mais disputado.
O hatch também ficou mais equipado e potente, além de ganhar alguns centímetros de comprimento. As mudanças servem para dar mais fôlego ao modelo e ajudá‑lo a enfrentar uma concorrência que não existia quando ele chegou ao mercado.
Dolphin desacelerou nas vendas
A primeira versão do Dolphin chegou ao Brasil em junho de 2023. Mesmo contando com apenas metade do ano para as vendas, o modelo registrou um volume 3,7 vezes maior que o do segundo colocado no ranking de carros 100% elétricos da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE):
BYD Dolphin: 6.812 emplacamentos;
Volvo XC40: 1.802 emplacamentos;
BYD Yuan Plus: 1.756 emplacamentos;
BYD Seal: 1.040 emplacamentos;
Volvo C40: 841 emplacamentos.
O bom desempenho seguiria no mesmo ritmo, não fosse a chegada do BYD Dolphin Mini. Embora seja um modelo completamente diferente, o hatch compacto herdou o nome Dolphin e conquistou o público brasileiro com um preço ainda mais acessível.
Resultado: desde 2024, tornou-se o carro elétrico mais vendido do país e ocupa esse cargo até então.
O sucesso é tão grande que, em 2025, o Dolphin Mini registrou o dobro de emplacamentos do Dolphin tradicional. Já o modelo seguinte no ranking, considerando a soma das vendas do BYD Yuan Plus e Pro, não alcançou sequer 40% do volume obtido pelo Dolphin no mesmo período:
BYD Dolphin Mini: 32.486 emplacamentos;
BYD Dolphin: 15.237 emplacamentos;
BYD Yuan Plus: 6.029 emplacamentos.
Atualmente, o Dolphin enfrenta uma concorrência que não existia na época de seu lançamento. Em abril de 2026, quem busca um hatch compacto encontra outras opções relevantes, com preços próximos, como:
Geely EX2: a partir de R$ 123.800;
Chevrolet Spark EUV: a partir de R$ 156.660;
GWM Ora 03: a partir de R$ 169.
O hatch também ficou mais equipado e potente, além de ganhar alguns centímetros de comprimento. As mudanças servem para dar mais fôlego ao modelo e ajudá‑lo a enfrentar uma concorrência que não existia quando ele chegou ao mercado.
Dolphin desacelerou nas vendas
A primeira versão do Dolphin chegou ao Brasil em junho de 2023. Mesmo contando com apenas metade do ano para as vendas, o modelo registrou um volume 3,7 vezes maior que o do segundo colocado no ranking de carros 100% elétricos da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE):
BYD Dolphin: 6.812 emplacamentos;
Volvo XC40: 1.802 emplacamentos;
BYD Yuan Plus: 1.756 emplacamentos;
BYD Seal: 1.040 emplacamentos;
Volvo C40: 841 emplacamentos.
O bom desempenho seguiria no mesmo ritmo, não fosse a chegada do BYD Dolphin Mini. Embora seja um modelo completamente diferente, o hatch compacto herdou o nome Dolphin e conquistou o público brasileiro com um preço ainda mais acessível.
Resultado: desde 2024, tornou-se o carro elétrico mais vendido do país e ocupa esse cargo até então.
O sucesso é tão grande que, em 2025, o Dolphin Mini registrou o dobro de emplacamentos do Dolphin tradicional. Já o modelo seguinte no ranking, considerando a soma das vendas do BYD Yuan Plus e Pro, não alcançou sequer 40% do volume obtido pelo Dolphin no mesmo período:
BYD Dolphin Mini: 32.486 emplacamentos;
BYD Dolphin: 15.237 emplacamentos;
BYD Yuan Plus: 6.029 emplacamentos.
Atualmente, o Dolphin enfrenta uma concorrência que não existia na época de seu lançamento. Em abril de 2026, quem busca um hatch compacto encontra outras opções relevantes, com preços próximos, como:
Geely EX2: a partir de R$ 123.800;
Chevrolet Spark EUV: a partir de R$ 156.660;
GWM Ora 03: a partir de R$ 169.
Pouco e por isso o Dolphin precisava de uma novidade importante em 2026 para voltar a chamar atenção de futuros compradores e, assim, ganhar mercado como já fz.
Como mostra o gráfico acima, as vendas do Dolphin cresceram 120% de 2023 para 2024. Já em 2025, o avanço foi bem menor, com alta de apenas 1,57%.
Pouco e por isso o Dolphin precisava de uma novidade importante em 2026 para voltar a chamar atenção de futuros compradores e, assim, ganhar mercado como já fez no passado recente.
*Essa reportagem está em atualização.
