
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck, apresenta na noite deste domingo (5) um balanço do primeiro dia de provas da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU).
A coletiva acontece no auditório da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), em Brasília. E é transmitida ao vivo pelo canal oficial do MGI no YouTube.
A transmissão da coletiva que estava prevista para iniciar às 19h30, teve um pequeno atraso e começou às 19h53.
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O encontro também reune a presidenta da Enap, Betânia Lemos, o diretor de Operações da Polícia Rodoviária Federal, Marcos Vinicius Silva, o diretor de Logística do CNU, Alexandre Retamal, o diretor de Operações Integradas e Inteligência e secretário nacional substituto de Segurança Pública, Rodinei da Silva e o diretor adjunto da FGV Conhecimento, Carlos Augusto Costa.
Em sua fala inicial, a ministra destacou a relevância da data deste domingo, 5 de outubro, que marca os 37 anos da promulgação da Constituição Brasileira — a “Constituição Cidadã”.
A ministra lembra que foi ela que consagrou a obrigatoriedade do concurso público como forma de ingresso na administração federal, fortalecendo a democracia e a estabilidade do serviço público.
Esther Dweck ressaltou ainda que o artigo 3º da Carta Magna estabelece como fundamentos da República a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, a erradicação da pobreza, a redução das desigualdades e a promoção do bem de todos, sem preconceitos.
Esses princípios, segundo ela, estão em plena sintonia com as políticas públicas do governo do presidente Lula, que atua para fortalecer tais diretrizes na sociedade brasileira.
Com isso ela afirmou que não houve quase intercorrencias durante a segunda edição do concurso.
E citou “No primeiro CPNU, a abstenção foi de 54%, ou seja, 46% das pessoas que se inscreveram efetivamente fizeram a prova. Um percentual que é normal para concursos públicos, diante das mudanças que ocorrem para a pessoa se inscrever e, de fato, realizar a prova. Mas nesse CPNU 2, a abstenção foi de 42,8%, o que significa que quase 60% das pessoas inscritas efetivamente fizeram a prova. O que mostra que é um aumento muito grande em relação ao ano passado, como a gente já imaginava”.
*Reportagem em atualização
