Com 15 mil azulejos brancos e telhado ondulado, o museu de 2016 surge como a estrutura mais surreal e futurista das margens do Rio Tejo

Com 15 mil azulejos brancos e telhado ondulado, o museu de 2016 surge como a estrutura mais surreal e futurista das margens do Rio Tejo

O MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia), em Lisboa, é a estrutura mais surreal e futurista das margens do Rio Tejo. Com um telhado ondulado e 15 mil azulejos brancos, o museu de 2016 redefiniu a paisagem arquitetônica de Portugal.

Qual é o conceito arquitetônico por trás do MAAT em Lisboa?

Projetado pela arquiteta britânica Amanda Levete, o MAAT foi concebido para não interromper a vista do rio. Sua forma fluida e orgânica permite que os visitantes caminhem sobre o telhado curvo, transformando o próprio edifício em uma praça pública que conecta a cidade à água.

A fachada é revestida por 15 mil azulejos tridimensionais esmaltados. Esse material reflete a luz solar e as ondulações do rio de forma dinâmica, criando um jogo de sombras e brilhos que muda constantemente ao longo do dia, homenageando a tradição cerâmica de Portugal.

Com 15 mil azulejos brancos e telhado ondulado, o museu de 2016 surge como a estrutura mais surreal e futurista das margens do Rio Tejo
Fachada futurista composta por quinze mil azulejos brancos refletindo a luz solar nas margens do Rio Tejo – Créditos: depositphotos.com / urf

O que o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia oferece por dentro?

O interior do MAAT é um espaço de exposição flexível, focado na intersecção entre a arte contemporânea, as novas tecnologias e o pensamento crítico. O museu frequentemente abriga instalações imersivas e debates sobre o futuro do urbanismo e da sociedade.

Para que você compreenda a versatilidade do complexo cultural, elaboramos uma comparação técnica entre os dois edifícios que compõem o museu:

Edifício do Complexo Arquitetura Foco das Exposições
Novo Edifício (MAAT) Futurista, orgânica e azulejada Arte contemporânea e exposições temporárias
Central Tejo Arquitetura industrial (antiga usina) História da energia e ciência interativa

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Como o museu se integra ao histórico bairro de Belém?

A construção do MAAT criou um contraste fascinante com os monumentos históricos do bairro de Belém, como o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém. O projeto incluiu uma ponte pedonal em forma de arco que facilita o acesso seguro de pedestres sobre a linha férrea e a avenida movimentada.

A Fundação EDP, que administra o espaço, projetou os jardins ao redor para atrair famílias e turistas, revitalizando a zona ribeirinha. Para informações sobre a curadoria e a agenda de exposições, o portal oficial do MAAT é a referência máxima em Lisboa.

Para conhecer um dos ícones da modernidade em Lisboa, destacamos o conteúdo do canal Lusideias. No vídeo, você verá como a arquitetura arrojada do MAAT se integra às margens do Rio Tejo, combinando arte contemporânea com o visual histórico da capital portuguesa:

Quais são os indicadores culturais e turísticos de Lisboa?

Compreender o momento cultural de Lisboa é essencial para entender por que a cidade atrai tantos projetos arquitetônicos de vanguarda. A capital portuguesa tornou-se um dos hubs criativos mais procurados da Europa nos últimos dez anos.

De acordo com o Turismo de Lisboa e o Instituto Nacional de Estatística, os indicadores locais são:

  • População: Cerca de 545 mil habitantes na cidade de Lisboa.

  • Inauguração do Museu: Outubro de 2016.

  • Localização: Freguesia de Belém, ao longo da Avenida Brasília.

  • Material da Fachada: 14.855 telhas cerâmicas tridimensionais (azulejos).

Qual o melhor horário para visitar o teto ondulado do museu?

A cobertura do MAAT está aberta ao público gratuitamente 24 horas por dia. No entanto, o momento mais espetacular para caminhar sobre o museu é durante a “golden hour”, logo antes do pôr do sol, quando a luz incide diretamente sobre os azulejos brancos e o Rio Tejo.

É o local perfeito para fotógrafos e para quem deseja um momento de relaxamento após um dia intenso de turismo cultural. O MAAT provou que a arquitetura moderna pode dialogar com a história sem ofuscá-la, criando novos cartões-postais para o futuro de Portugal.

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