Foragido com mais de 30 anos em condenações é preso após apresentar RG falso em MT


Foragido foi conduzido para delegacia onde teve os mandados de prisão cumpridos
Um homem foragido da Justiça por roubo e furto há quatro anos foi preso nesta segunda-feira (13), em Sinop, a 480 km de Cuiabá, após se apresentar usando um documento falso. Segundo a polícia, somadas, as penas chegam a 31 anos, 8 meses e 15 dias de prisão.
Conforme a Polícia Civil, ele se apresentou como “Rafael” e utilizou um documento de identidade (RG) em nome de outra pessoa ao ser abordado por investigadores no momento em que chegava a uma oficina mecânica.
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Diante de inconsistências nas informações, os policiais voltaram a questioná-lo. O homem acabou confessando o uso de documento falso, revelou sua verdadeira identidade e admitiu estar foragido.
Questionado sobre os documentos originais, ele indicou onde estariam guardados e acompanhou a equipe até o local. Na casa, os investigadores encontraram o documento verdadeiro, outro RG falsificado e um cartão bancário em nome de terceiros, o que, segundo a polícia, evidencia o uso de múltiplas identidades para tentar se ocultar.
A prisão foi realizada por uma equipe da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) de Sinop, que cumpriu dois mandados de prisão contra o suspeito. A ação contou com o apoio de informações repassadas pela Polícia Civil de Alta Floresta, que ajudaram na localização do foragido.
Ainda de acordo com a polícia, apesar das oportunidades de progressão de regime concedidas ao longo da execução penal, ele reiteradamente descumpriu as condições impostas, com registro de faltas graves e reincidência constante.
Foragido é preso em aboragem em oficina
PJC-MT
Histórico criminal
Segundo a polícia, em 2007, ele foi condenado por roubo a 6 anos, 8 meses e 15 dias de prisão. Nos anos seguintes, voltou a cometer crimes, sendo condenado por furto em 2008 (1 ano) e em 2009 (1 ano e 8 meses).
Em 2016, recebeu nova condenação por roubo, em concurso com corrupção de menores, com pena de 9 anos e 6 meses de reclusão. No ano seguinte, foi condenado por associação ao tráfico de drogas, com pena de 3 anos e 6 meses.
Já em 2020, voltou a ser condenado por tráfico de drogas, com pena de 9 anos e 4 meses de prisão.
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