Chuva forte alaga escola, faz canais transbordarem e trava trânsito em Belém

A forte chuva que atingiu Belém na tarde desta terça-feira (5) provocou alagamentos em diversos pontos da cidade, transbordamento de canais e deixou o trânsito parado em várias vias. Na Escola Municipal Palmira de Oliveira Gabriel, no bairro da Pedreira, salas de aula foram invadidas pela água.
Vídeos mostram alunos e professores em cima de mesas e cadeiras para escapar da água, enquanto o prédio era alagado por diferentes pontos. Segundo relatos, a água entrou pelo teto, pela entrada principal e também pelos fundos da escola.
Procuradas, as secretarias municipais de Educação e de Zeladoria e Conservação Urbana não se manifestaram sobre os alagamentos registrados até a última atualização desta reportagem.
Escola alagada
Todo o prédio da unidade foi afetado. Em imagens gravadas dentro da escola, é possível ver salas administrativas e o pátio completamente tomados pela água.
A situação interrompeu as atividades e expôs alunos e profissionais a condições precárias dentro da unidade.
Canais transbordam e ruas viram rios
Os impactos da chuva se espalharam por outros bairros da capital. No bairro Curió-Utinga, uma enxurrada assustou moradores e chegou a arrastar um carrinho de lanche.
Pelo menos três canais transbordaram em diferentes áreas da cidade, incluindo trechos nos bairros de São Brás, Cremação e Pedreira.
Na avenida Marquês de Herval, o trânsito ficou congestionado por causa do alagamento. Já na rua Fernando Guilhon, a via ficou completamente tomada por água suja, enquanto na rua Antônio Barreto apenas veículos mais altos conseguiam passar.
Chuva acima do esperado
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Belém já registrou, nos primeiros cinco dias de maio, mais da metade da chuva prevista para todo o mês.
Segundo o meteorologista José Raimundo, o cenário é provocado por áreas de instabilidade típicas da região amazônica.
“A previsão para os próximos dias é de continuidade das chuvas. O mês de maio ainda será muito chuvoso”, afirmou.
Procuradas, as secretarias municipais de Educação e de Zeladoria e Conservação Urbana não se manifestaram sobre os alagamentos registrados até a última atualização desta reportagem.
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