Após suspeita de espionagem na Câmara Legislativa do DF, servidores pedem exoneração


CLDF apura suposto monitoramento de computadores
Após uma suspeita de espionagem na Câmara Legislativa do Distrito Federal, ao menos 20 servidores pediram exoneração de seus cargos. O pedido foi feito através de um documento assinado nesta quinta-feira (14).
Os servidores apontam “pressão excessiva, insegurança funcional, deterioração do clima organizacional e sucessivos episódios de desconfiança institucional”.
➡️ Na segunda-feira (11), a Câmara Legislativa instauração de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar possíveis ilícitos administrativos. Uma denúncia anônima registrada na Ouvidoria apontou um suposto grampeamento de computadores na Casa.
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Funcionários e chefes da Casa pediram exoneração nesta quinta-feira. Eles são de cinco áreas :
infraestrutura de TI;
administração de sistemas;
inovação e inteligência de dados;
atendimento e cultura digital;
gestão de contratos de TI.
O estopim declarado foi a individualização de responsabilidades funcionais sem consideração do contexto coletivo, técnico e operacional das atividades — algo que, segundo o memorando, produziu “profundo abalo na confiança organizacional”.
O documento ressalta que a diretoria é responsável por atividades de alta complexidade técnica, exigindo permanente dedicação dos servidores, em situações extraordinárias, com plantões informais e atendimentos emergenciais, e que o atual ambiente se tornou “incompatível com a continuidade do exercício de funções comissionadas de confiança”.
Entrada da Câmara Legislativa do DF (CLDF)
reprodução
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