
‘Ele foi mesmo para matar’, diz pedreiro que presenciou briga entre vizinhos no DF
A Polícia Civil procura um homem suspeito de atirar três vezes contra o vizinho após uma briga na manhã desta segunda-feira (18), em Vicente Pires, no Distrito Federal. A vítima foi levada para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) – o estado de saúde não foi informado.
A briga foi motivada por veículos estacionados em uma rua estreita do condomínio onde ambos moram. Um pedreiro que trabalhava na reforma da casa da vítima no momento do crime presenciou a entrada do suspeito no local (veja vídeo acima).
“No meio da confusão, ele sacou a arma para atirar. A gente chegou a fechar o portão, mas ele abriu e entrou atirando. Deu cinco tiros lá dentro; três pegaram no Diego [a vítima]. Ele foi mesmo para matar”, disse o homem que preferiu não se identificar.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp.
Conforme apurado pela TV Globo, os tiros perfuraram o pulmão e o fígado da vítima de 39 anos. O autor dos tiros fugiu de moto e ainda não foi localizado até a última atualização desta reportagem.
A Polícia Militar afirma que o autor dos disparos já havia sido detido pela corporação em 2024 por ameaça relacionada ao mesmo motivo do conflito desta segunda-feira (18).
Briga que dura 2 anos
Homem é suspeito de atirar 3 vezes contra vizinho durante discussão no DF
TV Globo/Reprodução
Familiares afirmam que a briga por causa dos carros começou há dois anos. Na sexta-feira (15), uma nova discussão começou por causa do movimento da obra da casa da vítima. Em seguida, a esposa do autor tentou se reconciliar com a família.
“A esposa conversou de forma pacífica e ela pediu ‘vamos ficar bem, nós somos vizinhos’. [A esposa da vítima] sempre conversa com a esposa dele [autor dos disparos] e elas resolvem conversando”, conta uma familiar que preferiu não se identificar.
Na manhã desta segunda-feira, a vítima saiu de casa e, na volta, viu o suspeito se aproximando já armado, segundo relatos.
“No que meu cunhado entrou [em casa], ele veio atrás para atirar. Nessa hora, segundo o relato dos pedreiros, ele apontou para a cabeça, mas meu cunhado abaixou a cabeça”, conta a familiar.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
