
Três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes internados na UTI do Hospital Anchieta
TV Globo/Reprodução
O Tribunal do Júri de Taguatinga marcou as audiências de instrução e julgamento de três técnicos de enfermagem acusados de envolvimento na morte de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta.
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As audiências estão previstas para os dias 27 e 29 de maio e 1º de junho, às 14h, no plenário do Tribunal do Júri da cidade.
Serão julgados Amanda Rodrigues de Sousa, Marcela Camilly Alves da Silva e Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo.
De acordo com a programação, durante as sessões serão ouvidas as testemunhas indicadas pelas partes. Ao final das oitivas, poderá ocorrer o interrogatório dos réus.
O processo tramita em segredo de Justiça. Por isso, segundo o Tribunal de Justiça, a presença da imprensa não será permitida durante as audiências.
Polícia indicia três técnicos de enfermagem pelas mortes de pacientes na UTI do hospital Anchieta
Os depoimentos serão acompanhados apenas pelas partes envolvidas no caso e por interessados previamente cadastrados no processo, como assistentes de acusação.
Relembre o caso
O caso que levou os três técnicos de enfermagem ao Tribunal do Júri de Taguatinga teve início após a morte de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, na região administrativa.
As investigações começaram depois que suspeitas sobre as circunstâncias dos óbitos chegaram às autoridades. A partir disso, foi instaurado inquérito para apurar se havia irregularidades na conduta de profissionais de saúde durante o atendimento aos pacientes.
Com o avanço da apuração, o Ministério Público denunciou os técnicos, apontando indícios de participação deles nas mortes.
Segundo informações do processo, os casos ocorreram enquanto os pacientes estavam internados na UTI, um ambiente de cuidados intensivos onde são atendidas pessoas em estado grave. A investigação buscou esclarecer se as mortes decorreram de causas naturais ou se houve ação ou omissão criminosa.
Após a fase de investigação e análise das provas, a Justiça decidiu levar o caso a julgamento pelo Tribunal do Júri, responsável por crimes dolosos contra a vida.
Os detalhes sobre a dinâmica das mortes, o número de vítimas e as circunstâncias específicas não são divulgados publicamente porque o processo tramita em segredo de Justiça.
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