A Polícia Civil do Pará prendeu durante a “Operação Tributo” na quarta-feira (17) oito suspeitos de integrar uma quadrilha investigada por roubo majorado, extorsão, tortura, cárcere privado e coação em Castanhal, no nordeste do estado.
A ação mira a chamada “taxa do crime”, praticada por integrantes de uma organização criminosa no Conjunto Girassol.
Entre os presos estão Ramile Luz Silva, Jéssica Mariano Dantas, Carolaine Debora Souza da Silva, Eduardo Cardoso Ferreira, conhecido como “Loirinho”, Atos Silva de Almeida, Genilson Santana de Lima, o “Gegê”, Antonio Valbson Castro de Oliveira, o “DK”, e João Jemyson Souza de Oliveira.
Outros três investigados seguem foragidos: Lindembergue Pereira dos Santos, o “Lucas Changreta”, Kayck Clésio Araújo Teixeira e Marco Antônio Pires de Campos Jesus, o “7”.
O g1 ainda tentava localizar a defesa deles até a última atualização da reportagem.
De acordo com a investigação, o grupo teria atraído uma vítima para uma emboscada no Conjunto Girassol. No local, ela teria sido mantida em cárcere privado por várias horas, agredida física e psicologicamente.
A polícia também apurou que ela obrigada a participar de uma chamada de vídeo com lideranças criminosas ligadas ao Comando Vermelho, inclusive com o homem apontado como “Lucas Changreta”, que estaria fora do Pará, mas continuaria comandando ações por meio de comparsas.
Ainda segundo a polícia, a vítima foi submetida à cobrança de “taxas” impostas pelo grupo. Como resistiu às exigências, acabou sendo alvo de roubo e extorsão.
Na ação, os criminosos levaram caminhonete, joias, dinheiro, televisão e outros bens, além de forçarem transferências bancárias via PIX, segundo a polícia.
Depois das agressões, a vítima também foi levada à própria residência, onde os suspeitos continuaram subtraindo objetos de valor, como notebook, relógios, motocicleta, televisão e dinheiro.
As investigações reuniram reconhecimentos fotográficos, depoimentos de testemunhas e trabalho de inteligência policial para identificar os supostos envolvidos.
A Polícia Civil informou ainda que a investigação revelou a atuação estruturada da facção na região, com divisão de tarefas e uso do Conjunto Girassol como base para intimidação de moradores e prática de crimes patrimoniais sob violência e grave ameaça.
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A ação mira a chamada “taxa do crime”, praticada por integrantes de uma organização criminosa no Conjunto Girassol.
Entre os presos estão Ramile Luz Silva, Jéssica Mariano Dantas, Carolaine Debora Souza da Silva, Eduardo Cardoso Ferreira, conhecido como “Loirinho”, Atos Silva de Almeida, Genilson Santana de Lima, o “Gegê”, Antonio Valbson Castro de Oliveira, o “DK”, e João Jemyson Souza de Oliveira.
Outros três investigados seguem foragidos: Lindembergue Pereira dos Santos, o “Lucas Changreta”, Kayck Clésio Araújo Teixeira e Marco Antônio Pires de Campos Jesus, o “7”.
O g1 ainda tentava localizar a defesa deles até a última atualização da reportagem.
De acordo com a investigação, o grupo teria atraído uma vítima para uma emboscada no Conjunto Girassol. No local, ela teria sido mantida em cárcere privado por várias horas, agredida física e psicologicamente.
A polícia também apurou que ela obrigada a participar de uma chamada de vídeo com lideranças criminosas ligadas ao Comando Vermelho, inclusive com o homem apontado como “Lucas Changreta”, que estaria fora do Pará, mas continuaria comandando ações por meio de comparsas.
Ainda segundo a polícia, a vítima foi submetida à cobrança de “taxas” impostas pelo grupo. Como resistiu às exigências, acabou sendo alvo de roubo e extorsão.
Na ação, os criminosos levaram caminhonete, joias, dinheiro, televisão e outros bens, além de forçarem transferências bancárias via PIX, segundo a polícia.
Depois das agressões, a vítima também foi levada à própria residência, onde os suspeitos continuaram subtraindo objetos de valor, como notebook, relógios, motocicleta, televisão e dinheiro.
As investigações reuniram reconhecimentos fotográficos, depoimentos de testemunhas e trabalho de inteligência policial para identificar os supostos envolvidos.
A Polícia Civil informou ainda que a investigação revelou a atuação estruturada da facção na região, com divisão de tarefas e uso do Conjunto Girassol como base para intimidação de moradores e prática de crimes patrimoniais sob violência e grave ameaça.
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