Na operação da Polícia Civil do RJ e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) que mira agentes públicos suspeitos de ligação com o Terceiro Comando Puro (TCP), a 2ª maior facção do tráfico do RJ, a ex-mulher do ex-vereador Zico Bacana, assassinado a tiros em 2023, e um assessor do deputado estadual Val Ceasa, foram presos em flagrante, em Guadalupe, na Zona Norte do Rio.
As prisões de Suelen Silva dos Reis, conhecida como Suelen Bacana, e Michael Jhonny Vianna de Azevedo, ocorreram durante ação que apura a atuação de organizações criminosas na Zona Norte do Rio. Eles foram detidos por posse ilegal de arma de fogo.
Atualmente, de acordo com a polícia, eles mantém um relacionamento amoroso. Michael Jhonny era o alvo de um mandado de busca e apreensão. Atualmente, ele é funcionário da RioLuz.
Durante o cumprimento dos mandados, agentes apreenderam mais de R$ 100 mil em espécie na casa de ambos.
A operação é um desdobramento de apurações que indicam possível interferência de agentes políticos em ações do poder público na região dominada pelo TCP, incluindo tentativas de impedir a demolição de construções associadas à facção, como o chamado “resort” do traficante Peixão.
Um relatório da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) aponta que houve vazamento de informações sigilosas e pressão de parlamentares para barrar operações contra estruturas do grupo criminoso.
Em atualização
As prisões de Suelen Silva dos Reis, conhecida como Suelen Bacana, e Michael Jhonny Vianna de Azevedo, ocorreram durante ação que apura a atuação de organizações criminosas na Zona Norte do Rio. Eles foram detidos por posse ilegal de arma de fogo.
Atualmente, de acordo com a polícia, eles mantém um relacionamento amoroso. Michael Jhonny era o alvo de um mandado de busca e apreensão. Atualmente, ele é funcionário da RioLuz.
Durante o cumprimento dos mandados, agentes apreenderam mais de R$ 100 mil em espécie na casa de ambos.
A operação é um desdobramento de apurações que indicam possível interferência de agentes políticos em ações do poder público na região dominada pelo TCP, incluindo tentativas de impedir a demolição de construções associadas à facção, como o chamado “resort” do traficante Peixão.
Um relatório da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) aponta que houve vazamento de informações sigilosas e pressão de parlamentares para barrar operações contra estruturas do grupo criminoso.
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