
Algumas imagens inéditas mostram a jovem de 21 anos, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, momentos antes de ser jogada durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo. A reportagem é da Record TV. Veja:
Imagens inéditas mostram os instantes antes da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP). A jovem foi lançada de quase 40 metros sem os equipamentos de segurança fixados e morreu no local. pic.twitter.com/PHg3S4kiUb
— iG (@iG) June 22, 2026
No vídeo é possível ver Maria Eduarda esperando a vez de saltar. Ela seria a 17ª pessoa a realizar o salto naquele dia.
De acordo com a reportagem, o registro é feito por Lucas Furtado de Mello, outra pessoa que irá saltar. As imagens mostram o homem se equipando e, logo atrás dele, está Maria Eduarda.
Lucas foi um dos primeiros a chegar no local. De acordo com ele, houve atraso para o início das atividades, e isso pode ter distraído os instrutores do salto de rope jump.
Maria Eduarda faria o salto na modalidade aviãozinho, em que ela seria levantada por duas pessoas e lançada no ar.
Porém, um erro acabou causando uma tragédia fatal. A garota foi jogada a uma altura de quase 40 metros, sem que os equipamentos de proteção estivessem fixos. Ela morreu no local e cinco pessoas que fazem parte da empresa responsável pelo salto foram presas.
O caso

O acidente aconteceu no último dia 13 de junho, na região conhecida como Ponte do Esqueleto, na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu instantes após ser lançada a 40 metros de altura enquanto praticava rope jump, uma modalidade mais radical de salto em queda livre.
De acordo com informações preliminares da Polícia Militar (PM), houve falha no equipamento por parte das empresas responsáveis que esqueceram de colocar uma corda de segurança antes da jovem saltar.
Vídeos que circularam nas redes sociais mostram o momento em que Maria Eduarda é posicionada para o salto. Segundos depois, testemunhas percebem que a corda de segurança não estava devidamente conectada e passam a gritar em desespero.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de São Paulo, que busca esclarecer as circunstâncias da morte de Maria Eduarda.
Segundo as investigações, o acidente aconteceu por erro operacional grave dos responsáveis técnicos. Cinco pessoas que fazem da empresa responsável pelo salto foram presas, incluindo os três homens que aparecem carregando Maria Eduarda.

