O julgamento de Vanderlei Aviz de Brito, acusado de matar a companheira Adriana da Conceição Façanha Rodrigues, de 40 anos, começou na manhã desta quinta-feira (2), no Fórum Criminal de Belém, no bairro da Cidade Velha. O réu responde por feminicídio e está preso preventivamente desde 2025.
O júri é referente ao caso registrado no ano passado, quando Adriana desapareceu e foi encontrada morta três dias depois em uma área de mata na antiga estrada de Outeiro, no distrito de Icoaraci. Segundo a investigação, Vanderlei se apresentou à polícia, confessou o crime e indicou o local onde havia enterrado o corpo. A acusação aponta que a vítima foi morta por estrangulamento com uma corrente de bicicleta.
Durante a fase de instrução no plenário, foram ouvidas a mãe e uma das filhas da vítima, além de um policial civil que participou das investigações. Segundo o agente, o caso começou a ser apurado como desaparecimento e passou a ser tratado como feminicídio após o acusado confessar o crime e indicar onde o corpo estava.
Em interrogatório, Vanderlei afirmou que agiu em legítima defesa. Segundo a versão apresentada pelo réu, ele e Adriana entraram em luta corporal em uma área de mata na antiga estrada de Outeiro, onde ela teria revelado informações sobre um suposto envolvimento com uma facção criminosa. As alegações fazem parte da tese da defesa e serão analisadas pelo Conselho de Sentença.
Na acusação, o Ministério Público sustenta que o crime foi cometido em razão da condição de mulher da vítima, em contexto de violência doméstica e familiar, e pede a condenação do réu por feminicídio.
Após a manifestação da acusação, a defesa apresentou seus argumentos aos jurados. Ao fim dos debates, o Conselho de Sentença decidirá se Vanderlei Aviz de Brito será condenado ou absolvido. Se condenado por feminicídio, a pena prevista em lei varia de 20 a 40 anos de prisão.
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O júri é referente ao caso registrado no ano passado, quando Adriana desapareceu e foi encontrada morta três dias depois em uma área de mata na antiga estrada de Outeiro, no distrito de Icoaraci. Segundo a investigação, Vanderlei se apresentou à polícia, confessou o crime e indicou o local onde havia enterrado o corpo. A acusação aponta que a vítima foi morta por estrangulamento com uma corrente de bicicleta.
Durante a fase de instrução no plenário, foram ouvidas a mãe e uma das filhas da vítima, além de um policial civil que participou das investigações. Segundo o agente, o caso começou a ser apurado como desaparecimento e passou a ser tratado como feminicídio após o acusado confessar o crime e indicar onde o corpo estava.
Em interrogatório, Vanderlei afirmou que agiu em legítima defesa. Segundo a versão apresentada pelo réu, ele e Adriana entraram em luta corporal em uma área de mata na antiga estrada de Outeiro, onde ela teria revelado informações sobre um suposto envolvimento com uma facção criminosa. As alegações fazem parte da tese da defesa e serão analisadas pelo Conselho de Sentença.
Na acusação, o Ministério Público sustenta que o crime foi cometido em razão da condição de mulher da vítima, em contexto de violência doméstica e familiar, e pede a condenação do réu por feminicídio.
Após a manifestação da acusação, a defesa apresentou seus argumentos aos jurados. Ao fim dos debates, o Conselho de Sentença decidirá se Vanderlei Aviz de Brito será condenado ou absolvido. Se condenado por feminicídio, a pena prevista em lei varia de 20 a 40 anos de prisão.
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