O relacionamento entre o presidente Donald Trump e o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, tem sido marcado por tensão pública e acusações mútuas. O presiden
Desde 2025, Trump pressiona Powell a cortar as taxas de juros de forma agressiva, enquanto o chefe do Fed mantém a independência da instituição e prioriza o controle da inflação.
A seguir, os principais episódios dessa disputa, organizados cronologicamente:
Primeiro semestre de 2025: pressões iniciais e encontros
Março de 2025: Trump criticou a decisão do Fed de manter os juros estáveis e afirmou que a instituição estaria “muito melhor se cortasse as taxas”.
Abril de 2025: No chamado “Dia da Libertação”, defendeu que juros menores ajudariam a economia a lidar com novas tarifas de importação.
29 de maio de 2025: Durante o primeiro encontro presencial na Casa Branca, Trump disse a Powell que ele cometia um “erro” ao não reduzir os juros.
Resposta de Powell: Ressaltou que decisões sobre a política monetária dependeriam apenas de dados econômicos e reafirmou em comunicado que o Fed age “conforme determina a lei… isento de influência política”.
Junho de 2025: Trump intensificou ataques em redes sociais, chamando Powell de “burro” e “teimoso”, e sugeriu que o Congresso deveria agir contra ele.
Resposta de Powell: Em audiência no Congresso, ignorou os ataques pessoais e disse que “não precisamos ter pressa” para reduzir os juros devido à incerteza inflacionária.
Segundo semestre de 2025: escalada verbal
Julho de 2025: Trump chamou Powell de “estúpido” e “cabeça oca”, afirmando que a política monetária estava “prejudicando as pessoas”.
Outubro de 2025: Referiu-se a Powell como “chefe incompetente do Fed” e “cara ruim”, afirmando que ele sairia do cargo em poucos meses.
Novembro de 2025: A Casa Branca classificou Powell como “mula de teimosia” por não reduzir as taxas enquanto a inflação permanecia acima da meta.
Janeiro de 2026: investigação criminal e novo capítulo da disputa
O conflito atingiu um novo patamar com a abertura de investigação criminal pelo Departamento de Justiça (DOJ) contra Powell, por suposta má administração e mentiras ao Congresso sobre reformas nos prédios do Fed.
11 de janeiro de 2026: Trump negou envolvimento direto na ação do DOJ, mas criticou Powell: “ele certamente não é muito bom no Fed e não é muito bom na construção de edifícios”.
Resposta de Powell: Em vídeo, acusou o governo de usar a investigação como “pretexto” para intimidação política e afirmou que “a ameaça de processos criminais é consequência do Fed definir as taxas com base no interesse público, não nas preferências do presidente”.
14 de janeiro de 2026: Trump disse à Reuters que não tinha planos imediatos de demitir Powell, mas que era “muito cedo” para decidir.
29 de janeiro de 2026: Após o Fed manter os juros entre 3,50% e 3,75%, Trump chamou Powell de “idiota” e disse que ele estava “prejudicando o país e a segurança nacional”, afirmando ainda que o Fed “está custando aos Estados Unidos centenas de bilhões de dólares por ano em juros totalmente desnecessários”.
30 de janeiro de 2026: Trump anunciou que indicaria um sucessor para Powell, cujo mandato termina em maio, com Kevin Warsh como principal cotado.
Desde 2025, Trump pressiona Powell a cortar as taxas de juros de forma agressiva, enquanto o chefe do Fed mantém a independência da instituição e prioriza o controle da inflação.
A seguir, os principais episódios dessa disputa, organizados cronologicamente:
Primeiro semestre de 2025: pressões iniciais e encontros
Março de 2025: Trump criticou a decisão do Fed de manter os juros estáveis e afirmou que a instituição estaria “muito melhor se cortasse as taxas”.
Abril de 2025: No chamado “Dia da Libertação”, defendeu que juros menores ajudariam a economia a lidar com novas tarifas de importação.
29 de maio de 2025: Durante o primeiro encontro presencial na Casa Branca, Trump disse a Powell que ele cometia um “erro” ao não reduzir os juros.
Resposta de Powell: Ressaltou que decisões sobre a política monetária dependeriam apenas de dados econômicos e reafirmou em comunicado que o Fed age “conforme determina a lei… isento de influência política”.
Junho de 2025: Trump intensificou ataques em redes sociais, chamando Powell de “burro” e “teimoso”, e sugeriu que o Congresso deveria agir contra ele.
Resposta de Powell: Em audiência no Congresso, ignorou os ataques pessoais e disse que “não precisamos ter pressa” para reduzir os juros devido à incerteza inflacionária.
Segundo semestre de 2025: escalada verbal
Julho de 2025: Trump chamou Powell de “estúpido” e “cabeça oca”, afirmando que a política monetária estava “prejudicando as pessoas”.
Outubro de 2025: Referiu-se a Powell como “chefe incompetente do Fed” e “cara ruim”, afirmando que ele sairia do cargo em poucos meses.
Novembro de 2025: A Casa Branca classificou Powell como “mula de teimosia” por não reduzir as taxas enquanto a inflação permanecia acima da meta.
Janeiro de 2026: investigação criminal e novo capítulo da disputa
O conflito atingiu um novo patamar com a abertura de investigação criminal pelo Departamento de Justiça (DOJ) contra Powell, por suposta má administração e mentiras ao Congresso sobre reformas nos prédios do Fed.
11 de janeiro de 2026: Trump negou envolvimento direto na ação do DOJ, mas criticou Powell: “ele certamente não é muito bom no Fed e não é muito bom na construção de edifícios”.
Resposta de Powell: Em vídeo, acusou o governo de usar a investigação como “pretexto” para intimidação política e afirmou que “a ameaça de processos criminais é consequência do Fed definir as taxas com base no interesse público, não nas preferências do presidente”.
14 de janeiro de 2026: Trump disse à Reuters que não tinha planos imediatos de demitir Powell, mas que era “muito cedo” para decidir.
29 de janeiro de 2026: Após o Fed manter os juros entre 3,50% e 3,75%, Trump chamou Powell de “idiota” e disse que ele estava “prejudicando o país e a segurança nacional”, afirmando ainda que o Fed “está custando aos Estados Unidos centenas de bilhões de dólares por ano em juros totalmente desnecessários”.
30 de janeiro de 2026: Trump anunciou que indicaria um sucessor para Powell, cujo mandato termina em maio, com Kevin Warsh como principal cotado.
