
Brasileira que mora no Líbano relata como é viver sob ataques e bombardeios
O Ministério da Saúde do Líbano informou neste sábado (11) que pelo menos 2.020 pessoas morreram e 6.436 ficaram feridas em ataques israelenses desde 2 de março, quando a ofensiva começou, segundo autoridades do país.
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De acordo com o novo balanço divulgado pelo governo libanês, 248 mulheres, 165 crianças e 85 profissionais de saúde e equipes de emergência estão entre os mortos registrados desde o início dos bombardeios.
Em meio à escalada da violência, autoridades do Líbano e de Israel fizeram o primeiro contato direto desde o início do conflito.
Segundo a presidência libanesa, os embaixadores dos dois países em Washington conversaram por telefone nesta sexta-feira (10). A ligação contou também com a participação do embaixador dos Estados Unidos no Líbano.
➡️Contexto: o Líbano tem sido alvo de constantes ataques israelenses desde os primeiros dias da guerra entre Irã, EUA e Israel, iniciada em 28 de fevereiro. Israel afirma ter como alvos o grupo terrorista libanês Hezbollah, aliado do Irã que atua no país que lançou ataques contra o território israelense. As ações mergulharam o Líbano em uma crise humanitária.
Civis próximos a escombros após ataque israelense em Beirute, no Líbano, em 8 de abril de 2026.
REUTERS/Yara Nardi
