O Rio está nu!

Cristo RedentorHumberto Badine

O Rio de Janeiro está como poste na água: balança para todo lado. Nu na esfera governamental até que se escolha o novo dirigente. Tomara que esse não tenha o mesmo destino de seus antecessores.

Mas há coisas importantes sendo aplicadas nos municípios do estado. Em um deles, Niterói, o avanço tecnológico chegou para garantir a segurança da população diante da violência. IA e câmeras pelas ruas já são componentes visíveis em um ambiente onde toda a população circula.

O reconhecimento facial é uma realidade em Niterói. Outro detalhe interessante foi a aplicação de um sistema em que sensores detectam disparos e acionam toda a segurança da cidade em segundos, fazendo com que cheguem ao local rapidamente. Já vi isso em muitas cidades de países de primeiro mundo.

Niterói não está nu como o estado está no momento governamental. Li recentemente um belo estudo realizado pela Teltex, uma das mais importantes empresas brasileiras do setor de segurança. Ele mostra uma significativa redução da violência na cidade, pela metade. São números expressivos em um ambiente onde todo cuidado se faz necessário para garantir a segurança da população.

Essa mesma empresa é responsável por implantar, em diversos estados e países, um modelo avançado em tecnologia de segurança. Empresa brasileira, bom citar. Fez com que Niterói, cidade modelo de um Rio de Janeiro de ontem e de hoje, restabelecesse o crédito da população com sua administração pública.

Sou desses entusiastas do empreendedorismo nacional. Vejo muitas empresas trabalhando em silêncio em um país de redemoinho social e político enorme. A cada dia, uma surpresa desagradável. Era para ser diferente.

Essa tecnologia de reconhecimento facial é uma ferramenta de segurança que fará o “time do mal” puxar o freio. O Brasil pode começar a mudar seu conceito lá fora. O Rio de Janeiro pode se vestir para não correr o risco de pegar um resfriado na segurança pública.

Vai continuar nu em sua administração até que entrem em um acordo para sabermos quem senta na cadeira de governador. Até lá, atchim!

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