Operação apreende 9 armas e mira esquema criminoso no Paraná

Investigação suspeita de grupo criminoso responsável por comércio ilegal de armas na regiãoFoto: PCPR

Nove armas de fogo, cerca de 700 gramas de maconha e R$ 78 mil em dinheiro foram apreendidos pela Polícia Civil durante uma operação realizada na manhã desta terça-feira (2), em Curitiba. A investigação apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o comércio ilegal de armamentos na região. A ação teve apoio de um cão farejador e resultou na prisão em flagrante de um homem, cuja identidade não foi divulgada. Segundo a corporação, a operação é um desdobramento das investigações que levaram à apreensão de explosivos em Piraquara, na Região Metropolitana da capital paranaense, em dezembro de 2025. De acordo com o delegado Thiago Andrade, os policiais encontraram porções de maconha preparadas para venda, grande quantia em espécie, munições e nove armas de fogo. O material apreendido será analisado e pode contribuir para o avanço das investigações sobre a suposta rede de comércio clandestino de armamentos.

  • uma pistola calibre 9 milímetros;
  • uma pistola calibre .40;
  • três revólveres calibre .357;
  • quatro revólveres calibre .38.

As apurações avançaram e permitiram à Polícia Civil chegar ao grupo alvo da operação desta terça-feira (2). Segundo os investigadores, os suspeitos seriam responsáveis por dar sustentação financeira ao esquema de comercialização clandestina de armas na região.

Entenda a conexão entre os casos

  1. Em dezembro de 2025, houve uma apreensão de explosivos em Piraquara (PR).
  2. A investigação desse caso levou à prisão, em fevereiro de 2026, de um homem em São Paulo apontado como fornecedor de armas e descrito pela polícia como um dos mais procurados do Brasil.
  3. A análise do material apreendido com esse suspeito teria permitido identificar um grupo que, segundo a investigação, dava suporte financeiro às atividades ilícitas.
  4. A operação desta terça-feira (02) teve como alvo esse núcleo identificado posteriormente.

O homem preso em flagrante foi encaminhado à unidade policial para os procedimentos de polícia judiciária. As investigações continuam para apurar a participação dos envolvidos e a ligação do grupo com os fatos já investigados pela PCPR.

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