A Polícia Federal afirmou ao Supremo Tribunal Federal ter reunido indícios de que o deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) se associou a causa animal para se beneficiar de um suposto esquema de fraude em licitações.
Segundo os investigadores, Marcelo Queiroz enquanto esteve no comando da Secretaria de Agricultura do Rio “certamente tinha ciência das condutas criminosas perpetradas no seio da Secretaria, porém, ao em vez de obstar o prolongamento da situação, contribuiu ativamente para a dinâmica criminosa, ganhando inclusive projeção política com a execução do serviço”.
De acordo com a investigação, as primeiras suspeitas de fraudes em licitações ocorreram enquanto ele estava à frente da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro.
A decisão também aponta que foram autorizados aditivos contratuais que aumentaram de forma significativa os valores pagos à Consuvet, sem justificativa técnica.
O documento cita ainda que o patrimônio de Quiroz cresceu em torno de 665% no período, com base em declarações apresentadas à Justiça Eleitoral.
Segundo a PF, o deputado federal Marcelo Queiroz tinha conhecimento das supostas irregularidades cometidas dentro da secretaria que comandava, mas, em vez de impedir a continuidade do esquema, teria contribuído “ativamente para a dinâmica criminosa”.
Ele também teria obtido “projeção política” com a execução dos serviços pela empresa Consuvet.
“É importante frisar, desde já, que ao longo desses últimos anos, o engajamento do político com a causa animal, foi decorrente, principalmente, desses contratos fraudados, gerando votos e prestígio político”, destaca a decisão.
Segundo os investigadores, Marcelo Queiroz enquanto esteve no comando da Secretaria de Agricultura do Rio “certamente tinha ciência das condutas criminosas perpetradas no seio da Secretaria, porém, ao em vez de obstar o prolongamento da situação, contribuiu ativamente para a dinâmica criminosa, ganhando inclusive projeção política com a execução do serviço”.
De acordo com a investigação, as primeiras suspeitas de fraudes em licitações ocorreram enquanto ele estava à frente da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro.
A decisão também aponta que foram autorizados aditivos contratuais que aumentaram de forma significativa os valores pagos à Consuvet, sem justificativa técnica.
O documento cita ainda que o patrimônio de Quiroz cresceu em torno de 665% no período, com base em declarações apresentadas à Justiça Eleitoral.
Segundo a PF, o deputado federal Marcelo Queiroz tinha conhecimento das supostas irregularidades cometidas dentro da secretaria que comandava, mas, em vez de impedir a continuidade do esquema, teria contribuído “ativamente para a dinâmica criminosa”.
Ele também teria obtido “projeção política” com a execução dos serviços pela empresa Consuvet.
“É importante frisar, desde já, que ao longo desses últimos anos, o engajamento do político com a causa animal, foi decorrente, principalmente, desses contratos fraudados, gerando votos e prestígio político”, destaca a decisão.
