
Conhecido por figurar nos debates políticos nas redes sociais e nas grandes mobilizações de rua nos últimos dez anos, Renan Santos se candidata pela primeira vez a um cargo eletivo. Ativista, músico, empresário, escritor e agora político, ele é candidato a cadeira de presidente pelo recém criado partido Missão.
Renan Antônio Ferreira dos Santos tem 42 anos e nasceu em São Paulo, no dia 14 de fevereiro de 1984. Cresceu no tradicional bairro da Mooca, na capital paulista, ele é filho do advogado Mário Jorge Ferrera dos Santos e da psicóloga Suelli Ferreira dos Santos. Cresceu num ambiente familiar que unia os debates sociais com o meio jurídico.
Ele é guitarrista na banda brasileira de rock Limão Rosa criada por ele que além das cordas, comanda o vocal e a gaita. Curiosamente, a banda tem como integra pessoas conhecidas no Movimento Brasil Livre (MBL), que além do Renan, tem o Arthur do Val como baterista.

Carreira profissional: multitarefa
Como diz o ditado popular que “o fruto não cai longe da árvore”, Renan cursou direito em uma das instituições mais tradicionais do país, a Universidade de São Paulo (USP), mas não concluiu.
Sua carreira profissional foi no meio familiar, tocando os negócios empresariais como atuação no meio da reestruturação de empresas em dificuldades financeiras e projetos a parte como a música e o ativismo político.
Estreante no pleito de 2026
Renan Santos fez seu nome nos bastidores da política. Ele ganhou visibilidade entre 2013 e 2014, ao fundar e coordenar o MBL, grupo que liderou protestou de grande impacto no Brasil. É a primeira vez que ele se candidata na política e mira alto, no cargo da Presidência da República.

Um década depois, liderou o processo de criação de um novo partido que é ligado ao MBL, sob a principal bandeira de “tolerância zero” baseada na chamada direita pragmática. O Missão recebeu o registro definitivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dois anos após, em novembro de 2025 e integra o rol dos 30 partidos políticos brasileiros.
Apesar da postura e falas polêmicas, o paulista que é altamente ativo no ambiente digital, defende a voz e participação dos jovens na política como a “terceira via” para a política brasileira.
